25 dezembro 2014

Infelizmente chegou o fim...

Como já devem ter reparado há alguns meses que o blog já anda sem atualizações. A verdade é que depois de muito pensar no assunto decidi que era melhor encerrá-lo, infelizmente já não disponho de disponibilidade para o manter com material de qualidade pois para além da escola encontro-me dedicada a realização de um sonho meu, consegui uma história original.
Não é fácil dizer Adeus, mas acredito que é melhor fechar o FF agora antes que ele se torne ainda mais fraco. Ele não será apagado e por isso poderão ler todas as fanfics que aqui foram postadas, no entanto, elas não serão mais atualizadas.
Se no futuro houver novidades sobre um novo blog ou a possível renovação do Fanfanics, deixar-vos-ei saber.
Com muitas lágrimas e carinho,


14 junho 2014

Revenge



Capítulo 10


O quarto estava todo iluminado pela lua cheia.
Eu encontrava-me à janela, a olhar para o céu estrelado.
- Voltei! - A voz do Tyler soou perto da porta do quarto e eu virei-me.
-Oi!- disse eu com um grande sorriso.
Ele aproximou-se de mim e beijou-me os lábios.
Eu afastei-o apenas o suficiente para poder falar.
-Que trazes atrás das costas?
-Oh...-disse ele, como se se tivesse esquecido.-Apenas um pequeno presente para uma pessoa que amo.
E deu-me um pequeno beijo, sem que eu pudesse evitar de sorrir.
-Espero que essa seja eu.
-Claro que és tu.- E dito isto, tirou de trás das costas uma rosa vermelha e deu-ma para a mão.-Espero que gostes.
Lancei os braços em redor do pescoço dele, colocando-me em bicos de pé beijei-o.
- Adorei! Obrigado.
-Tu mereces.
Ele começou a beijar-me intensamente e eu comecei a recuar aos apalpões para tentar encontrar a mesinha de cabeceira.
-Espera um pouco, deixa-me pousá-la. Não queremos que ela se estrague.
Pousei a flor rapidamente e voltei a beijá-lo, com tanta intensidade como antes.
Ele envolveu-me com os braços, puxando-me para si com força.Colocou as suas mãos na minha anca e levantou-me, sem parar de me beijar. Ele caminhou em direção a uma cómoda e eu sentei-me em cima dela. As suas mãos subiram-me pelas costas e as minhas desceram do seu maxilar para o seu peito, tentando sentir cada centímetro do seu corpo.
O Tyler deslizou as mãos para a frentre da minha camisa e começou a desapertá-la, depressa.
Sem pensar, as minhas mãos deslizaram até ao fundo da sua t-shirt, agarrando a sua costura e puxando-a para cima. Ele pegou novamente em mim e pousou-me cuidadosamente na cama. Ele tirou o top branco que eu tinha e eu deitei-me para trás, com o seu corpo a acompanhar o movimento do meu. Os seus lábios desceram pelo meu maxilar, em direção ao meu pescoço. Pequenos beijos percorreram-me o pescoço, passando pela minha clavícula e descendo até à minha barriga.
- Ty... - Chamei baixo, pensamento coerentes começavam a surgir-me na mente.
Estavamos a ir muito depressa. Não estava preparada para uma passo daqueles...
- Tyler! - Empurrei-lhe os ombros para que se afastasse de mim.
Contudo a sua boca não parava e voltava a subir em direção à minha.
- Saí de cima de mim! - Voltei a empurrá-lo pelos ombros e quando isso não resultou, enterrei o joelho na barriga dele.
Mas ele não parava. Senti uma das suas mãos a percorrer-me as costas e a agarrar-me no sutiã.
-Ty PÁRA! Por favor.-Disse eu com as lágrimas já a correrem-me pela face.

- Hey, Soph, calma! Sou só eu. - Abri os olhos e encontrava-me novamente no quarto, na cama, ao lado do Ty. 
As suas mãos estavam pousadas nos meus ombros e a minha almofada estava encharcada. Os seus olhos estavam arregalados.
-Não me toques!-gritei eu.
-Calma, Soph. Foi só um sonho.-Disse numa voz dócil, estendendo-me uma mão para me ajudar a sentar.
Ainda reticente, eu aceitei a sua mão se sentei-me lentamente sem que ele tirasse a mão das minhas costas e me aconchegasse a almofada.
Ele envolveu-me nos seus braços e chegou-me para junto dele.
-Agora estás bem. Estás segura.
E ficamos os dois em silêncio durante alguns segundos. Eu ainda estava demasiado abalada para conseguir reagir.
-Queres falar sobre o que se passou?
- Não!
Respirei fundo numa tentativa de afastar aqueles pensamentos da minha cabeça. Ele não me faria uma coisa daquelas....
-Okay, então. Mas se precisares, estou cá para ti.
-Eu só quero ficar um pouco sozinha.
Os dedos dele deslizaram-me pela bochecha num gesto de carinho que me fez encolher.
Eu afastei delicadamente os braços dele e levantei-me.
-Soph...-murmurou tristemente ele.
-Desculpa... Mas é mesmo o que eu preciso agora. Não te preocupes que se eu precisar de alguma coisa chamo-te.- disse forçando um meio-sorriso.
Ele suspirou.
- Está bem.
Apertei o casaco contra o corpo e saí do quarto, arrastando-me para o quarto mais afastado.
Abri a porta e uma brisa fresca acariciou-me a face.
Entrei depressa e fechei a porta com pressa, trancando-a.
Voltei a meter-me na cama. Estava exausta... Embora tivesse demasiado medo de que se adormecesse acabasse por ter outro pesadelo, mas o peso nas minhas pálpebras era mais forte que eu.
Estava segura agora, completamente sozinha...
Aos poucos a sonolencia foi-me vencendo
E por fim adormeci.
Ouvi um grito familiar e depois um voz a chamar:
- Filha! Foge!
Eu tinha que correr, tinha de chegar a eles, se fosse rápida o suficiente, conseguia salvá-los, eu sei que conseguia.
No entanto estava tudo escuro, havia coisas no chão que se tentavam agarrar aos meus pés à medida que eu corria pelo corredor que parecia não ter fim.
- Mãe? Pai? - Chamei. - Eu estou aqui!
Outro grito.
- Não! Deixem-nos! - Obriguei as minhas pernas a moverem-se mais depressa. Tinha de os salvar, tinha de chegar a tempo.
Eu fui contra algo e com a força fui enviada para trás, batendo contra o chão. Levantei-me num salto, tinha o coração aos pulos e as mãos suadas pelo nervosismo.
À minha volta surgiram um par de olhos vermelhos cor de sangue, e depois mais um.
- Não! Deixa-os! - Gritei, tentabdo atacar o dono daqueles olhos.
À minha volta aqueles quatro olhos tranformaram-se em 8, depois em 16, multiplicando-se cada vez mais rápido.
- Eles são meus!!
- Não! - Gritei.
-Sophie!!!!!!!!!!-ouvi gritar.
Comecei a andar à roda, tentando encontrar a origem do grito. Mas tudo o que via eram olhos vermelhos.
- Voltem, voltem! - Pedi, não os podia perder, não outra vez.
Ouviu-se um estrondo e algo quente aproximou-se de mim.
- Não! Eu tenho que os salvar! - Tentei voltar a correr mas havia algo a prender-me.
-Sophie!!!!-Mais gritos, mas desta vez eram diferentes.
-Larga-me!!!-gritei com toda a força que conseguia.
- Abre os olhos princesa, é só um pesadelo, não é real. Olha para mim.
Os gritos tinham desaparecido. Eles tinham ido... Tinha-os perdido... Outra vez...
- Não... - Solucei sentindo as faces molhadas. - Eles não podem! Eu estava quase lá, ia salvá-los!!
Senti algo a sacudir-me como uma onda.
- Sophie, olha para mim. - Pediu uma voz suplicante. - Vamos, abre os olhos. Já passou, não foi real.
Abri os olhos forçando-me para ver por entre as lágrimas. Havia alguém que me agarra pelos ombros, alguém com mãos grandes, quentes e fortes.
- Eles... eles...
Havia qualquer coisa a trespassar-me o peito, algo parecido com um ferro em chamas que me queimava todas as particulas do corpo. Levei as mãos ao peito, por cima do coração, arranhando-o como se pudesse arrancar aquela dor de dentro de mim.
- Soph... Não faças isso, não te magoes. - Pediu-me alguém distante.
- Doí! - Choraminguei, mais vulnerável que nunca.
Não os tinha conseguido salvar, mãos uma vez a minha família morreu por mim e eu não lutei por ela. Era um monstro, um monstro que destrói tudo em que toca.
- Onde é que dói?
-Aqui...-murmurei baixinho e apontei com a minha mão em direção ao meu coração.
- Já vai passar. - Prometeu envolvendo-me com os braços fortes e puxando-me para o seu colo, embalando-me como um bebé. - Foi só um sonho mau princesa, ninguém te vai tocar.
Eu tremia violentamente, embora a pessoa ao meu lado fosse extremamente quente.
A sua mão passou gentilmente ao longo do meu braço pousando na minha mão. Os seus longos dedos entrelaçaram-se nos meus, que, embora demasiado pequenos na sua mão, encaixavam perfeitamente como duas peças de puzzle.
Solucei baixinho e enterrei o rosto no pescoço dele. Havia algo dentro de mim que o reconhecia como porto seguro.
- Ty...? - Murmurei em reconhecimento de quem ele era, o meu Tyler...
- Estou aqui princesa. - Disse carinhosamente.
A minha mente começava a emergir daquele estado de terror. Já conseguia sentir os braços dele em torno de mim e o calor que vinha deles, assim como a melodia do seu coração.
Eu queria estar mais perto dele, esquecer todas as coisas más que nos pareciam perseguir.
- Vieste salvar-me. - Murmurei, encolhendo-me mais contra ele, sentindo-lhe os contornos dos músculos debaixo da camisa.
-Sempre.- murmurou ao meu ouvido.
Um arrepio percorreu-me a espinha, fazendo-me estremecer. Levantei o rosto e colei os meus lábios aos dele.
Ele afastou-se um pouco.
-Já estás melhor?-perguntou fazendo um pequeno vinco entre as sobrancelhas, algo que nunca tinha reparado antes.
Passei a minha mão livre pelo rosto dele, contornando-lhe com os dedos as linhas duras.
- Eu nunca vou estar melhor. - Murmurei.
-As lágrimas nos teus olhos comprovam isso, Soph...
- Shh... - Tracei-lhe o contorno dos labios. - Deixa. Não tem importância.
-Por acaso tem... Se estás bem ou não importa... Pelo menos para mim.
- A mim importa-me o facto de estares aqui. - Desci a mão para o peito dele e deitei lá a cabeça.
-Mas eu não vou a lado nenhum...
- O amanhã é improvável, não prometas o que não sabes se vais poder cumprir. - Murmurei, respirei fundo para sentir o cheiro a casa, caracteristico dele.
-Soph...- Ele pousou as suas mãos na saliencia do meu maxilar e levantou-me a cabeça. O seu olhar penetrou o meu como um flecha.-Eu vou estar sempre aqui para ti.
O olhar dele era escuro e familar, cheio de sentimentos que me eram estranhos.
Nunca tive muito geito com palavras então, como resposta a tudo o que ele me prometia com aquele olhar, beijei-o, esperando que isso chegasse para demonstrar tudo o que me ia na alma.
O Ty soltou-me a mão e pegou-me no rosto com carinho, passando os polegares pelas minhas bochechas, secando-as.
- Eu odeio-o que me vejam chorar. - Resmunguei quando ele me afastou gentilmente.
-Não faz mal, princesa.
Sorri levemente.
- Fui promovida de boneca a princesa?
-Sim... E se te portares bem recebes uma coroa e um chocolate.
Eu ri-me divertida e virei-me, colocando uma perna de cada lado da cintura dele e apoiando os joelhos no colchão.
- Não gosto de comida humana.
Ele olhou-me surpreendido.
-Quem é que não gosta de chocolate?!
Levantei a mão como se estivesse na sala de aula.
- Eu?
- Tu existes? - Perguntou-me com carinho.
- Da última vez que verifiquei, sim, existo.
- Como é que tu entraste? Eu tranquei a porta. - Virei a cabeça e encarei o local onde deveria estar uma porta.
-Ya, claro... Porque uma fechadura vai mesmo manter um lobisomen fora de um quarto quando a sua namorada está lá dentro aos gritos e a sofrer...
Levantei a mão e afaguei-lhe o rosto.
- Não mereço a tua preocupação.
-Mereces tudo de bom neste mundo...
- Não digas isso. - Mandei, sentindo o peso de todas as mentiras no meu coração.
-Porquê?
"Porque eu matei a minha familia e possivelmente toda a gente da tua, porque te menti e te estou a mentir sobre coisas imperdoáveis..."
Encostei a cabeça ao ombro dele e neguei com a cabeça, incapaz de falar.
-Sophie... Sabes que podes confiar em mim...
Fiz que sim com a cabeça.
- Devias deitar-te, ainda não dormiste nada. - Murmurei.
-Dormi sim... Passaram-se 3 horas desde que saíste do quarto a correr.
- Isso é fantástico! Dormiste imenso. - Ironizei.
-Mais do que tu.-Disse, deitando-me a lingua de fora.
- Esqueces-te do facto que ontem eu dormi e tu não. - Realcei.
-Fogo... Está bem... Chatinha...
Levantei a cabeça com os olhos a faiscarem.
- Chatinha?
-Xim...
Cruzei os braços à frente do peito, fazendo cara feia.
- Eu não ''inha'' coisíssima nenhuma.
Ele soltou uma gargalhada.
Ele esticou o dedo e tocou-me na ponta do nariz.
-Okay, pequerrucha.
- Tens desejos suicidas? - Questionei mostrando-lhe os dentes.
-Só de ser matado de amor.-Disse carregando excessivamente no r.
- Se continuares a chamar-me pequena vais morrer e não é de amor. - Ameacei.
-No no no no no! Se me tentares matar, não serás tu, mas sim a tua paixão ardente. Eu serei matado pelo fogo que há em ti
-Tyy! Pára-de-gozar-comigooooo! E, para que saibas ser matado não existe!!!!
Ele riu.
-Não tem piada.-disse enqunto cruzava os braços.
O Tyler pousou uma mão na minha cintura  e outra atrás do meu pescoço, puxando-me para ele e beijando-me os lábios.
- Tem sim, estás melhor?
-Muito melhor agora.
Encostei as mãos no peito dele e de seguida a cabeça.
- Eu devia deixar-te descansar.
- Não estou cansado - Passou os dedos pelo meu cabelo.
Suspirei deixando o meu corpo relaxar.
- Deves estar exausto. - Disse ignorando o que ele disse. - Queres descansar aqui?
-Não. Dormir é o que menos me apetece fazer agora.
- Então, que queres fazer?
-Não dormir?
- Isso é uma atividade? - Ergui a sobrancelha embora ele não pudesse ver.
-Por vezes é...
- Por vezes?
Levantei a cabeça e endireitei-me.
- Pode não te apetecer, mas precisas de dormir. Três ou quatro horas não sao nada quando não dormiste 48h.
Ele olhou uns momentos para mim antes de responder.
-E tu?- Perguntou com uma voz séria, algo que pouco fazia.
- Eu não tenho sono.
-Mas eu só durmo se tu dormires comigo.
- Eu fico aqui.
-Não respondeste a minha pergunta.
Num gesto suaves, a sua mão acariciou-me a cara, afastando delicadamente o cabelo que estava em frente aos meus olhos.
- Que pergunta??
-Não é bem uma pergunta mas acho que entendes o que quero dizer...
- Por acaso nao.
Ele deu um longo suspiro.
- Se dormir vou-te acordar, por isso não, não durmo.
-Como é que a dormires me vais acordar, trenga?
- Porque não há noite nenhuma que eu durma inteira.
-Talvez comigo durmas.
- Pudemos testar essa teoria depois? Numa noite em que não estejas tão cansado
-Mas eu só vou dormir se tu dormires comigo.
- Ty... - Passei os dedos pelo contorno de um botão da camisa dele. - Eu vou estar aqui, a velar por ti.
-Eu vou estar aqui, a velar por ti é código para:"Sim Ty, eu vou dormir junto a ti"?- Disse fazendo uma imitação bastante má da minha voz.
Bati-lhe no peito com um sorriso a brindar-me os lábios.
- Eu não falo assim! Se com ''dormir'' te referes a ficar deitada ao teu lado enquanto TU descansas, sim.
-E quem sabe se não adormeces?
- Se eu disser que sim, deitas-te e descansas??
-Se adormeceres sim...
- Tyler! - Resmunguei impaciente. - Não podes ficar satisfeito por eu ficar ao teu lado?
-Não... Eu fico satisfeito quando estiveres bem...
- Eu estou bem, okay? Já estou habituada! Perdi os meus pais com quê, 2/3 anos? Há mais de 16 que passo por isto.
-E agora vais passar muitos mais muito melhor por isso habitua-te.
E dito, envolveu-me nos seus braços e escorregou para dentro dos lençois, levando-me com ele.
Deslizei para o lado dele e encostei o rosto ao seu ombro.
- Teimoso.
Contudo ele subiu ligeiramente na cabeceira da cama. Não se encontrava sentado mas também não se deitara. Sem que pudesse reagir, puxou-me para ele, com cuidado, e eu deitei a minha cabeça no sei peito. Os seus braços rodearam-me e pude sentir um pequeno beijo no topo da minha cabeça. Em pequenos gestos carinhos afagou-me o cabelo e eu fechei os olhos.
-Cresceste. - Murmurei, sentindo-me aconchegada pelo calor dele.
-Acho que não... Tu é que deves estar mais pequena.
- Não... Estás mais adulto.
Ele beijou-me outra vez a cabeça.
-Acho que estar contigo faz de mim uma pessoa melhor...
Levantei um pouco a cabeça para que lhe pudesse ver o rosto.
- Não... - Sorri. - Tenho quase a certeza que é a falta da influência dos teus amigos idiotas.
-Hey! Que amigos idiotas?
Sorri e passei um braço por cima do peito dele.
- Dorme bem Tyler.
-Dorme bem, Sophie.


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Oiiiii!
Hoje não posso falar muito porque tenho muuuuuuuuuiiiiiiito sono (aqui são 3:15 da manhã) e tenho de ir dormir mas espero que gostem e que comentem! 
Beijinhos a todos!!!!

06 junho 2014

Quase de volta *Fixo, posts abaixo*

Que saudades....!!!
Passou-se tanto tempo desde que eu escrevi aqui não foi?? Bem, eu trago novidades, eu e a SophiaHart vamos postar (ou tentar) todas as sextas, Revenge.
Eu sei que é pouquinho mas eu também irei coordenar alguns posts com a Bella, para que vocês tenham Seriall Kiler: Love Game, okay?
Mais uma vez, peço-vos muito perdão por todo este tempo que tivemos parados e prometo que só teremos mais 4 semanas com escassos posts e depois eu e as minhas colegas estamos livres da escola por 3 meses e poderemos escrever mais, dedicar-nos a 150% ao blog.
Em breve voltarei a abrir as vagas para a fazer parte da equipa e espero que se inscrevam, desta vez não por brincadeira para que depois não aceitem o convite para fazer parte da nossa família! Inscrevam-se apenas se tiverem mesmo disponibilidade para tal!
Em breve teremos nova fanfic (u,u), já que Live without Life chegou ao fim =( e novo layout *o* de quem será? Fiquem atentos pois voltaram as votações para os ''feat who'' do blog = )
Em breve... teremos muitas novidades!! Agora somos 3 mentes a trabalhar para vos trazer o melhor do mundo das fanfics de Twilight e as surpresas só estam a começar!
Não se esqueçam de comentar, os comentários deixam-nos sempre contentes e aceleram sempre um pouco o ritmo dos posts, sempre que houver muitos comentários num capitulo, o seguinte será postado mais rapidamente, okay?
Kisse & Hugs pessoas lindas = )

30 maio 2014

Aviso

Oi!!
Bom, passei por aqui para vos avisar que vamos voltar!!!!

Os testes terminaram e vou voltar a ter toda a atenção no blog, prometo!! Infelizmente, ocorreram vários problemas durante esta semana e foi tudo de doidos com a correria para 2 testes e 1 apresentação foi-me impossível escrever com a SophiaHart. Ambas pedimos desculpa, mas a falta de inspiração também não ajudou... 
Prometemos, no entanto, postar o mais rapidamente possível, okay?
Queria também informar que estamos muito tristes com a falta de comentários nas fics, tanto em Revenge como em SKLG (Serial Killer: Love Game), pois tem sido as únicas fics atualizadas, gostaríamos de saber a vossa opinião e sugestões para a continuação das histórias.
Continuem a acompanhar-nos,

24 maio 2014

Revenge

Capítulo 9-A moment in Paradise

-Desculpa?! Sobre o quê?
O meu coração palpitava a mil e parecia que ia explodir a qualquer momento.
- Deixaste-me um papel a dizer que ias caçar e foste atrás de pistas. Soph, quando é que vais entender que esta batalha não é tua, é nossa?
Olhei para o chão envergonhada.
- Estou a tentar proteger-te. - Disse.
-Sabes uma coisa, Soph?! Tu devias confiar em mim!- Ele fez uma pausa. Ele estava zangado mas, mais que tudo, eu conseguia perceber o quanto ele estava magoado comigo... -Nem que seja porque eu sou teu amigo e me preocupo contigo... -continuou.

Eu levantei um pouco os olhos para olhar de relance para ele e voltei logo a baixá-los.
-E quanto ao tentares proteger-me... Porquê Soph? Já tenho idade para me proteger sozinho!
-Porque não te quero perder!-Gritei eu subitamente, sem conseguir conter algo que há muito me estava preso na garganta.
Tinha os olhos a arderem com lágrimas que eu não ia permitir que caissem.
- Satisfeito agora?! - Ergui o olhar para o dele. - Satisfeito por saber que eu me importo contigo? Satisfeito por seres a única pessoa viva que eu gosto verdadeiramente?!
Ele olhou para mim com cara de parvo durante alguns segundos e murmurou, piscando muito os olhos:
-Wow! Dessa eu não estava à espera!

- Porque é que eu preocupo? - Perguntei, olhando para o teto como se fosse o céu e ignorando a sua reação parva. - Olha Tyler, faz o que quiseres. Se quiseres ir, vai, se quiseres ficar, fica. Se quiseres deixa de falar para mim, não me importo. Acusa-me de ser mentirosa e manipuladora o quanto quiseres; é verdade! Eu já menti e manipulei a mente das pessoas e sabes que mais? Fazia e vou voltar a fazer tudo de novo se precisar para trazer a tua família de volta! Acusa-me de qualquer coisa, qualquer coisa que queiras mas não ouses sequer pensar que não gosto de ti ou não me importo contigo. Porque por ti, dei, dou e darei sempre tudo o que tenho!
Ele aproximou-se rapidamente de mim antes que eu tivesse tempo de reagir e, com um mão agarrou o meu queixo para que eu não me afastasse, puxando-me contra si. Ele estava agora tão próximo de mim que eu sentia o quente da sua respiração a misturar-se com a minha. Lentamente os nossos olhos começaram a fechar-se até que as pontas dos nossos narizes roçaram uma na outra. Um arrepio percorreu-me a espinha, mas era um bom tipo de arrepio. Eu inclinei ligeiramente a cabeça, momentos antes de os nosso lábios se tocarem. Eu coloquei a minha mão sobre o seu peito, indecisa entre afastá-lo ou puxá-lo mais de encontra a mim. Eu consegui sentir os seus músculos, inicialmente tensos, a relaxarem à medida que eu lhe agarrava a camisa e o puxava ao meu encontro. A minha mão deslizou lentamente pela pele suave do seu pescoço até chegar ao seu curto e macio cabelo.
Inicialmente, os seus lábios apenas tocavam nos meus, quentes, macios e gentis.
Ele pousou uma mão na parte de trás do meu cabelo, acariciando-o, enquanto a mão que anteriormente me segurava o queixo deslizava pela minha camisa, ainda molhada e envolvia a minha cintura. Senti-o puxar-me mais ao seu encontro e o meu peito a tocar no dele. Ouvia o som do seu coração a bater, alto e ritmado como um tambor, embora não tivesse a certeza se não estaria a ouvir o meu próprio coração que batia igualmente rápido.
Ele agarrava-me cada vez mais e mais próxima dele, como se tivesse medo que eu fosse desatar a correr, mas naquele momento eu tinha a certeza que não iria. Que iria ficar com ele, ali, os dois, enquanto o universo mo permitisse, e agarrei-me a ele com mais força. Ele tomou isso como um sinal de encorajamento e aprofundou o beijo, entreabrindo-me os lábios com a língua. Nada daquilo me parecia forçado, muito pelo contrário. Parecia a coisa certa a fazer. E eu retribui o beijo, longo e profundo. O cheiro do seu perfume era doce,  sabia a casa, e a algo que me fazia sentir que era com ele que eu pertencia. Momentos antes de todos os meus pensamentos desaparecerem, a única coisa em que conseguia pensar era: "Alguém tinha andado a comer hamburgueres." e senti-me imediatamente estúpida por pensar uma coisa dessas num momento daqueles. Mas isso rapidamente desapareceu, pois de súbito não me queria lembrar de mais nada. Não me queria lembrar de como as nossas vidas corriam perigo, ou de como a mãe dele estava desaparecida, ou na minha vingança, ou das vezes em que eu menti para o proteger, ou de como o amor me fazia fraca, ou de como me apixonar por ele iria fazer com que eu tivesse um ponto fraco, algo para me afetar. E a verdade é que todos esses pensamentos se desvaneceram na minha mente e a única coisa em que conseguia pensar eram os seus lábios, pressionados contra os meus, naquele momento só nosso, que mais ninguém nos poderia tirar e em como ele era incrível; por vezes muito chato, mas incrível.
Os lábios dele abandonaram os meus quando ele se afastou para respirar, apenas uns centimetros. A respiração acelerada dele batia-me no rosto de tão perto que ele se encontrava, mantive os olhos fechados enquanto eu propria recuperva folêgo.
- Este... - Disse eu lentamente, enquanto ele mantinha os braços firmes à minha volta com medo que eu voltasse a fugir. - Devia ter sido o nosso primeiro beijo.
-O outro não contou?- Disse ele com um sorriso.
- Contou? - Abri os olhos e fintei os dele. - Ty...
Ele olhou para baixo e retirou as mãos da minha cintura.
Eu agarrei-as e voltei a colocá-las onde estavam anteriormente.
-Mas este foi o primeiro que me fez querer mais...-Disse envergonhada.
Ele riu ligeiramente e respondeu:
-Vou considerar isso uma coisa boa.
- Eu também.
Ele voltou a curvar-se para me beijar.
- Consigo pensar em pelo menos umas três razões para isto ser errado. - Murmurei.
- E eu consigo pensar numas mil para ser mais do que certo.
Eu sorri e desta vez fui eu quem me inclinei para o beijar.
Os lábios moldaram-se aos meus num beijo calmo e carinhoso. Eu coloquei-me em bicos de pé para ficar mais perto dele, parecia tudo tão certo...
As minhas mãos repousaram no  peito dele. Sentia-lhe o coração a bater depressa por cima da camisola. Ele afastou-se novamente para puder respirar. Nunca detestei tanto o facto de termos de respirar.
- Bom ou mau? - Perguntou.
- Porquê?
- Se for bom, não tenho porque não continuar a fazê-lo.
- E se for mau?
- Enão terei de continuar a tentar até ser bom.
Mordi o lábio.
-Deixa-me pensar...
Encostei uma ultima vez os lábios aos dele e voltei a pousar os pés no chão.
- Eu acho que estás perto do bom.
-Então temos de continuar a treinar.
E inclinou-se novamente para me beijar.
Eu dei-lhe um beijo leve e sorri.
-Ai sim?
-Nunca ouviste dizer que a prática leva à perfeição?!
- Hum Hum. Mas neste momentos tens é de ir descansar, não achas? - Perguntei ainda com um sorriso nos lábios.
-Com ou sem ti?-Perguntou ele com um sorriso matreiro.
-Precisas de mim para dormir?
-Sim...-Disse corando.
Tinha voltado a ser o Ty mais fofo e carinhoso de antes, mas continuava atraente.
Sorri-lhe com carinho.
- Pronto está bem, eu fico contigo. Mas tu dormes enquanto eu trabalho, okay?
-Trabalhar em quê?
- Quando souber eu digo-te, pode ser?
-Okay. Vamos para cima?
Assenti embora, na minha cabeça, aquela frase não tenha soado muito bem.
- Sim, vamos.
Afastei-me do circulo dos seus braços com relutância.
Quando me estava a preparar para por o pé no 1º degrau, senti uma mão quente a tocar na minha. Os seu dedos entrelaçaram-se nos meus dedos frios e eu olhei para trás e sorri.
Subi as escadas depressa, bastante ciente da mão dele na minha e da sua pulsação acelerada.
A minha pulsação também estava acelerada. Será que ele a sentia a minha pulsação tão bem como eu sentia dele?
- Em qual dos quartos estás? - Perguntei quando chegamos ao cimo das escadas.
Olhei para as diversas portas brancas, afastas umas das outras e que iam dar a outro conjunto de escadas. Um dia, quando tivesse a coragem para isso, ia procurar o quarto dos meus pais...
- Tenho ficado naquele lá ao fundo, não acho que alguém tenha estado lá por isso é que o escolhi. - Disse observando-me com atenção.
- Então vamos. - Puxei-o pela mão em direção ao quarto que ele tinha indicado.
Ao entrar reparei que o quarto era todo pintado de branco, como ele disse, provavelmente não era de ninguém e apenas para hóspedes? Havia uma cama de casal encostada á parede do fundo e estantes de madeira clara a cobrir toda a parede direita cheias de livros e CDs. Do meu lado esquerdo a parede era toda em vidro e permitia-me uma bela vista da floresta que rodeava a casa; verde e calma.
Ele entrou, puxando-me pela mão e atirou-se para cima da cama. Como é obvio, eu fui arrastada e a cama saltou com o nosso peso.
Em vez de me levantar ou sentar, fiquei deitada durante uns momentos, a olhar para o vazio, até uma voz me interromper.
-Precisas de alguma coisa?-Perguntou Ty.
Olhei para ele.
- Porque haveria de precisar?
-Nada, só para saber se estavas bem. -Disse com um sorriso carinhoso.
Não tive como não lhe devolver o sorriso, encostei a cabeça ao ombro dele.
- Estou bem.
Ele envolveu-me com o braço e puxou-me mais para junto de si.
O braço dele era quente e mesmo por cima da roupa a minha pela arrepiou-se com o contacto.
Eu estremeci e coloquei-me de lado na cama, ficando voltada para ele.
-Não é que eu não goste de estar aqui, assim, agarrados um ao outro... mas ambos temos coisas para fazer. -A minha voz soou mais baixa e tímida do que eu esperava que soasse...
Ele afastou-me o cabelo do rosto e beijou-me a testa.
- Essas coisas podem esperar mais uns minutos.
- Já adiaste o sono por mais de 48h.
-Mas...-disse ele, quase suplicante.
Pousei as mãos no rosto dele, uma de cada lado, e beijei-lhe os lábios com carinho.
- Vou estar aqui quando acordares,
-Prometes?-Perguntou fazendo-me olhinhos de cãozinho perdido.
- Não olhes assim para mim. - Tapei-lhe os olhos. - Prometo!
Ele pegou-me na mão e beijou-ma. Um pequeno formigueiro passou-me pelo corpo.
Eu larguei-lhe a mão e sentei-me na cama, encostada à sua cabeceira.
Passei os dedos pelo cabelo preto do Ty e sorri,
- Tens mesmo de o cortar.
-Achei que gostavas dele assim...
- Porque é que achas isso? - Perguntei.
-Sei lá. -Disse encolhendo os ombros.
- Fica bem de ambas as maneiras. - Sorri-lhe. - Só não deve ser prático.
-Prático para quê?
- Para um rapaz, ter cabelo comprido. - Encolhi os ombros. - E o teu pelo como lobo também vai crescer.
Ele soltou um riso abafado.
-Não te preocupes... Já andava a planear cortá-lo.
Voltei a passar os dedos pelos fios do cabelo dele, distraidamente.
- Descansa. Podemos conversar depois Ty.
Ele chegou-se mais para cima, endireitou a cabeça no meu colo e fechou os olhos.
Sorri e continuei a passar os dedos pelo seu cabelo, afastando-o dos olhos. Fechei também os olhos e mergulhei na minha mente.
Abri as memórias do Jamie Francis e comecei a minha pesquisa. Passei por todos os momentos da infância até ele conhecer a mulher rapidamente.
Encontrava-me num hospital, sentado ao lado de uma cama branca, onde repousava uma mulher de cabelos claros.
- Não vais morrer. - Assegurou o pai do Chace a mulher á frente dele. - Não vais, eu vou cuidar de ti, está bem?
- Só quero viver o suficiente para ver o meu filho, depois posso descansar. Jamie...não há cura.
- Há! Tem de haver! - Gritou. - Eu estou a jurar-te que nem que eu tenha que ir ao Inferno eu vou curar-te.

Depois as imagens mudaram e eu não estava mais no hospital mas sim num bar. Tinha um desejo, quase desesperante, de encontrar alguém ou alguma coisa.
Dirigi-me a uma mulher de vestido vermelho sentado numa poltrona.
- Eu imploro-lhe...salva a minha mulher! Eu pago-lhe o quanto quiser...
- Estás disposto a dar-me a tua alma por essa mulher?
- Qualquer coisa.
- Dou-te 20 anos com ela se juntares a alma do teu filho. - Sugeriu a mulher baixo, e eu senti as minhas entranhas revirarem-se.
A vontade que tinha de salvar a mulher no hospital, Cara, era maior do que a força que queria proteger o meu filho.
- Sim, eu dou-tas. Mas salva-a, por favor.
A sua cara era indiscritível... Mas contudo familiar... Havia qualquer coisa nos seus olhos que me lembrava alguém que eu já tinha visto antes... Mas quem? Era como se houvesse alguma coisa a bloquear o meu cérebro e que me impedia de reconhecê-la ou memorizar as suas feições... Ou até mesmo de descrevê-las...
Os olhos da mulher ficaram completamente pretos e ela fez algo que deixou o Jamie incosciente, pois passei imediatamente para a proxima memória.
Agora estamos num quarto com um pequeno bebé no colo, a mulher do bar estava novamente à minha frente.
- É este o meu bebé? - Perguntou a mulher.
- Sim, é o meu filho. Agora despacha-te a mãe dele não vai aguentar muito mais.
Ela estendeu a mão e tocou nas costas do bebé, fazendo-o soltar um grito de agonia.
- Agora ele está marcado assim como tu, voltarei deste dia a 20 anos para ceifar o que me pertence. – Avisou.
Eu movi os meus olhos em direção ao bebé para tentar ver a marca e naquele momento a mulher tinha desaparecido.
O meu corpo, o do Jamie, caiu de joelhos no chão e começou a chorar.
- Desculpa filho... Desculpa.
-Que se passa? Desculpa por quê Jamie?
Ele/Eu levantamos os olhos e encaramos a Cara.
- E-eu... - Pensa Jamie...inventa uma mentira. - Ele chorou...não sabia o que fazer...
A mulher olhou para ele docemente.
-Calma, Jamie. O que quer que tenhas feito tem solução.
- Talvez não tenha. - Murmurou para si mesmo e a memória terminou.

Avancei uns anos a frente para a noite em que a mãe do Chace morreu.
No início estava tudo silencioso, o Jamie e a Cara dormiam no quarto deles enquanto que o Chace estava no berço no quarto ao lado.
Chace parecia velho demais para dormir ali e o berço estava demasiado pequeno para o seu tamanho. Ele devia ser daquelas crianças que dorme até tarde no quarto dos pais...
A porta abriu-se de repente e por ela passou uma sombra negra. No berço o barulho assustou o Chace e ele começou a chorar atraindo a atenção para ele.
Os seus olhos não eram tão verdes como são hoje. São azuis esverdeados como os que vi em sua cara naquela noite no bar, quando achei que ele iria rebentar em lagrimas, e então aí tive a certeza disso.
Foi o choro dele que despertou a Cara que ao levantar-se foi arremessada contra a parede com o vulto preto a pairar sobre ela.
Cara tentou gritar mas nenhum som saía da sua boca.
Aos poucos o corpo dela foi ficando sem força e à medida que ela morria ao som do choro do filho, o Jamie acordava lentamente
Os olhos dele, ainda ensonados abriram-se um pouco e ele olhou em redor para tentar perceber o que se passava.
- Cara? - Chamou e olhar dele fixou-se no corpo meio escondido da mulher. - Não! Eu ainda tenho alguns anos com ela;
-Eu dei-te a escolher-disse a sombra- e tu assim o fizeste... mas quem é que faz isso a um filho?! Ninguém que mereça viver...
-Vais matar-me a mim também?
-Oh, não... A morte não é suficiente... Uma pessoa assim tem de sofrer... Por isso tu, Jamie, tu vais sofrer... Vais ver todos aqueles que amas escapar das tuas mãos e não vais poder fazer nada em relação a isso... Então estarás sozinho... E tudo o que te restará será esperar que o teu dia chegue, vivendo na miséria.
O Jamie atirou-se contra a sombra mas já não restava nada e dele caiu contra o corpo da mulher.
- Cara? Cara! Por favor acorda, - Pediu-lhe.
Ele abanou o seu corpo inanimado violentamente enquanto grossas lágrimas lhe escorriam pela cara.
-Não, não, não!!!! Não podes ter ido!!!! Não me podes ter deixado!!!

Afastei-me daquelas memórias abalada com tudo o que tinha visto. Ele tinha mesmo vendido a alma do filho? Do Chace?
O som do choro do Chace ainda ecoava na minha cabeça.
Ele não faz a mínima ideia daquilo que o pai fez! Ele acha que a culpa foi de um vampiro...
E a idade! Ele pode estar preste a morrer! Preciso mesmo de falar com ele!
Embora não pareça ter 20, é melhor avisá-lo para ele se preparar... e tentar arranjar uma maneira de escapar, o que é pouco provável...
Tentei levantar-me mas tinha a cabeça do Ty no meu colo. Fogo!
Ele continuou a dormir profundamente.
Não podia sair... Tinha-lhe prometido ficar e estar cá quando ele acordasse.
Deixei-me esgorregar na cama e a sua cabeça pendeu para o lado, caindo na almofada. Eu aconcheguei-me junto a ele e fechei os olhos.
O Chace podia esperar, não era realmente um problema meu se ele vivia ou não.
Uma onda de culpa percorreu-me o corpo.
Se ele fosse morto a culpa era minha e nunca me perdoaria por isso, pois eu simpatizei com o rapaz. Ele é parecido comigo, perdeu os pais jovem para algo mistico, mas ao contrário de mim ele não teve quem cuidasse dele.
Mas a verdade é que estou demasiado cansada para fazer o que quer que seja... Afinal de contas eu ainda sou parte humana... E a minha parte humana quer muito descansar...
Tentei concentrar-me no Ty e afastar aqueles pensamentos. Com os olhos firmemente fechado, concentrei-me no calor do corpo dele e no batimento do seu coração.
Ele virou-se, ficando de frente para mim e esticou um braço por cima do meu corpo.
Eu olhei para ele, uma última vez antes de fechar os olhos e passei a minha mão pelo seu cabelo.
-Bons sonhos Ty- murmurei eu.

Não tardou a que adormecesse.

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Oi a todos!!!
Aqui vai mais um capítulo!
Desculpem não ter publicado antes mas surgiu um imprevisto e só foi possível publicar hoje.
Queria muito saber as vossas reações a este capítulo por isso comentem.
Espero que tenham gostado!
Beijinhos a todos,