24 maio 2014

Revenge

Capítulo 9-A moment in Paradise

-Desculpa?! Sobre o quê?
O meu coração palpitava a mil e parecia que ia explodir a qualquer momento.
- Deixaste-me um papel a dizer que ias caçar e foste atrás de pistas. Soph, quando é que vais entender que esta batalha não é tua, é nossa?
Olhei para o chão envergonhada.
- Estou a tentar proteger-te. - Disse.
-Sabes uma coisa, Soph?! Tu devias confiar em mim!- Ele fez uma pausa. Ele estava zangado mas, mais que tudo, eu conseguia perceber o quanto ele estava magoado comigo... -Nem que seja porque eu sou teu amigo e me preocupo contigo... -continuou.

Eu levantei um pouco os olhos para olhar de relance para ele e voltei logo a baixá-los.
-E quanto ao tentares proteger-me... Porquê Soph? Já tenho idade para me proteger sozinho!
-Porque não te quero perder!-Gritei eu subitamente, sem conseguir conter algo que há muito me estava preso na garganta.
Tinha os olhos a arderem com lágrimas que eu não ia permitir que caissem.
- Satisfeito agora?! - Ergui o olhar para o dele. - Satisfeito por saber que eu me importo contigo? Satisfeito por seres a única pessoa viva que eu gosto verdadeiramente?!
Ele olhou para mim com cara de parvo durante alguns segundos e murmurou, piscando muito os olhos:
-Wow! Dessa eu não estava à espera!

- Porque é que eu preocupo? - Perguntei, olhando para o teto como se fosse o céu e ignorando a sua reação parva. - Olha Tyler, faz o que quiseres. Se quiseres ir, vai, se quiseres ficar, fica. Se quiseres deixa de falar para mim, não me importo. Acusa-me de ser mentirosa e manipuladora o quanto quiseres; é verdade! Eu já menti e manipulei a mente das pessoas e sabes que mais? Fazia e vou voltar a fazer tudo de novo se precisar para trazer a tua família de volta! Acusa-me de qualquer coisa, qualquer coisa que queiras mas não ouses sequer pensar que não gosto de ti ou não me importo contigo. Porque por ti, dei, dou e darei sempre tudo o que tenho!
Ele aproximou-se rapidamente de mim antes que eu tivesse tempo de reagir e, com um mão agarrou o meu queixo para que eu não me afastasse, puxando-me contra si. Ele estava agora tão próximo de mim que eu sentia o quente da sua respiração a misturar-se com a minha. Lentamente os nossos olhos começaram a fechar-se até que as pontas dos nossos narizes roçaram uma na outra. Um arrepio percorreu-me a espinha, mas era um bom tipo de arrepio. Eu inclinei ligeiramente a cabeça, momentos antes de os nosso lábios se tocarem. Eu coloquei a minha mão sobre o seu peito, indecisa entre afastá-lo ou puxá-lo mais de encontra a mim. Eu consegui sentir os seus músculos, inicialmente tensos, a relaxarem à medida que eu lhe agarrava a camisa e o puxava ao meu encontro. A minha mão deslizou lentamente pela pele suave do seu pescoço até chegar ao seu curto e macio cabelo.
Inicialmente, os seus lábios apenas tocavam nos meus, quentes, macios e gentis.
Ele pousou uma mão na parte de trás do meu cabelo, acariciando-o, enquanto a mão que anteriormente me segurava o queixo deslizava pela minha camisa, ainda molhada e envolvia a minha cintura. Senti-o puxar-me mais ao seu encontro e o meu peito a tocar no dele. Ouvia o som do seu coração a bater, alto e ritmado como um tambor, embora não tivesse a certeza se não estaria a ouvir o meu próprio coração que batia igualmente rápido.
Ele agarrava-me cada vez mais e mais próxima dele, como se tivesse medo que eu fosse desatar a correr, mas naquele momento eu tinha a certeza que não iria. Que iria ficar com ele, ali, os dois, enquanto o universo mo permitisse, e agarrei-me a ele com mais força. Ele tomou isso como um sinal de encorajamento e aprofundou o beijo, entreabrindo-me os lábios com a língua. Nada daquilo me parecia forçado, muito pelo contrário. Parecia a coisa certa a fazer. E eu retribui o beijo, longo e profundo. O cheiro do seu perfume era doce,  sabia a casa, e a algo que me fazia sentir que era com ele que eu pertencia. Momentos antes de todos os meus pensamentos desaparecerem, a única coisa em que conseguia pensar era: "Alguém tinha andado a comer hamburgueres." e senti-me imediatamente estúpida por pensar uma coisa dessas num momento daqueles. Mas isso rapidamente desapareceu, pois de súbito não me queria lembrar de mais nada. Não me queria lembrar de como as nossas vidas corriam perigo, ou de como a mãe dele estava desaparecida, ou na minha vingança, ou das vezes em que eu menti para o proteger, ou de como o amor me fazia fraca, ou de como me apixonar por ele iria fazer com que eu tivesse um ponto fraco, algo para me afetar. E a verdade é que todos esses pensamentos se desvaneceram na minha mente e a única coisa em que conseguia pensar eram os seus lábios, pressionados contra os meus, naquele momento só nosso, que mais ninguém nos poderia tirar e em como ele era incrível; por vezes muito chato, mas incrível.
Os lábios dele abandonaram os meus quando ele se afastou para respirar, apenas uns centimetros. A respiração acelerada dele batia-me no rosto de tão perto que ele se encontrava, mantive os olhos fechados enquanto eu propria recuperva folêgo.
- Este... - Disse eu lentamente, enquanto ele mantinha os braços firmes à minha volta com medo que eu voltasse a fugir. - Devia ter sido o nosso primeiro beijo.
-O outro não contou?- Disse ele com um sorriso.
- Contou? - Abri os olhos e fintei os dele. - Ty...
Ele olhou para baixo e retirou as mãos da minha cintura.
Eu agarrei-as e voltei a colocá-las onde estavam anteriormente.
-Mas este foi o primeiro que me fez querer mais...-Disse envergonhada.
Ele riu ligeiramente e respondeu:
-Vou considerar isso uma coisa boa.
- Eu também.
Ele voltou a curvar-se para me beijar.
- Consigo pensar em pelo menos umas três razões para isto ser errado. - Murmurei.
- E eu consigo pensar numas mil para ser mais do que certo.
Eu sorri e desta vez fui eu quem me inclinei para o beijar.
Os lábios moldaram-se aos meus num beijo calmo e carinhoso. Eu coloquei-me em bicos de pé para ficar mais perto dele, parecia tudo tão certo...
As minhas mãos repousaram no  peito dele. Sentia-lhe o coração a bater depressa por cima da camisola. Ele afastou-se novamente para puder respirar. Nunca detestei tanto o facto de termos de respirar.
- Bom ou mau? - Perguntou.
- Porquê?
- Se for bom, não tenho porque não continuar a fazê-lo.
- E se for mau?
- Enão terei de continuar a tentar até ser bom.
Mordi o lábio.
-Deixa-me pensar...
Encostei uma ultima vez os lábios aos dele e voltei a pousar os pés no chão.
- Eu acho que estás perto do bom.
-Então temos de continuar a treinar.
E inclinou-se novamente para me beijar.
Eu dei-lhe um beijo leve e sorri.
-Ai sim?
-Nunca ouviste dizer que a prática leva à perfeição?!
- Hum Hum. Mas neste momentos tens é de ir descansar, não achas? - Perguntei ainda com um sorriso nos lábios.
-Com ou sem ti?-Perguntou ele com um sorriso matreiro.
-Precisas de mim para dormir?
-Sim...-Disse corando.
Tinha voltado a ser o Ty mais fofo e carinhoso de antes, mas continuava atraente.
Sorri-lhe com carinho.
- Pronto está bem, eu fico contigo. Mas tu dormes enquanto eu trabalho, okay?
-Trabalhar em quê?
- Quando souber eu digo-te, pode ser?
-Okay. Vamos para cima?
Assenti embora, na minha cabeça, aquela frase não tenha soado muito bem.
- Sim, vamos.
Afastei-me do circulo dos seus braços com relutância.
Quando me estava a preparar para por o pé no 1º degrau, senti uma mão quente a tocar na minha. Os seu dedos entrelaçaram-se nos meus dedos frios e eu olhei para trás e sorri.
Subi as escadas depressa, bastante ciente da mão dele na minha e da sua pulsação acelerada.
A minha pulsação também estava acelerada. Será que ele a sentia a minha pulsação tão bem como eu sentia dele?
- Em qual dos quartos estás? - Perguntei quando chegamos ao cimo das escadas.
Olhei para as diversas portas brancas, afastas umas das outras e que iam dar a outro conjunto de escadas. Um dia, quando tivesse a coragem para isso, ia procurar o quarto dos meus pais...
- Tenho ficado naquele lá ao fundo, não acho que alguém tenha estado lá por isso é que o escolhi. - Disse observando-me com atenção.
- Então vamos. - Puxei-o pela mão em direção ao quarto que ele tinha indicado.
Ao entrar reparei que o quarto era todo pintado de branco, como ele disse, provavelmente não era de ninguém e apenas para hóspedes? Havia uma cama de casal encostada á parede do fundo e estantes de madeira clara a cobrir toda a parede direita cheias de livros e CDs. Do meu lado esquerdo a parede era toda em vidro e permitia-me uma bela vista da floresta que rodeava a casa; verde e calma.
Ele entrou, puxando-me pela mão e atirou-se para cima da cama. Como é obvio, eu fui arrastada e a cama saltou com o nosso peso.
Em vez de me levantar ou sentar, fiquei deitada durante uns momentos, a olhar para o vazio, até uma voz me interromper.
-Precisas de alguma coisa?-Perguntou Ty.
Olhei para ele.
- Porque haveria de precisar?
-Nada, só para saber se estavas bem. -Disse com um sorriso carinhoso.
Não tive como não lhe devolver o sorriso, encostei a cabeça ao ombro dele.
- Estou bem.
Ele envolveu-me com o braço e puxou-me mais para junto de si.
O braço dele era quente e mesmo por cima da roupa a minha pela arrepiou-se com o contacto.
Eu estremeci e coloquei-me de lado na cama, ficando voltada para ele.
-Não é que eu não goste de estar aqui, assim, agarrados um ao outro... mas ambos temos coisas para fazer. -A minha voz soou mais baixa e tímida do que eu esperava que soasse...
Ele afastou-me o cabelo do rosto e beijou-me a testa.
- Essas coisas podem esperar mais uns minutos.
- Já adiaste o sono por mais de 48h.
-Mas...-disse ele, quase suplicante.
Pousei as mãos no rosto dele, uma de cada lado, e beijei-lhe os lábios com carinho.
- Vou estar aqui quando acordares,
-Prometes?-Perguntou fazendo-me olhinhos de cãozinho perdido.
- Não olhes assim para mim. - Tapei-lhe os olhos. - Prometo!
Ele pegou-me na mão e beijou-ma. Um pequeno formigueiro passou-me pelo corpo.
Eu larguei-lhe a mão e sentei-me na cama, encostada à sua cabeceira.
Passei os dedos pelo cabelo preto do Ty e sorri,
- Tens mesmo de o cortar.
-Achei que gostavas dele assim...
- Porque é que achas isso? - Perguntei.
-Sei lá. -Disse encolhendo os ombros.
- Fica bem de ambas as maneiras. - Sorri-lhe. - Só não deve ser prático.
-Prático para quê?
- Para um rapaz, ter cabelo comprido. - Encolhi os ombros. - E o teu pelo como lobo também vai crescer.
Ele soltou um riso abafado.
-Não te preocupes... Já andava a planear cortá-lo.
Voltei a passar os dedos pelos fios do cabelo dele, distraidamente.
- Descansa. Podemos conversar depois Ty.
Ele chegou-se mais para cima, endireitou a cabeça no meu colo e fechou os olhos.
Sorri e continuei a passar os dedos pelo seu cabelo, afastando-o dos olhos. Fechei também os olhos e mergulhei na minha mente.
Abri as memórias do Jamie Francis e comecei a minha pesquisa. Passei por todos os momentos da infância até ele conhecer a mulher rapidamente.
Encontrava-me num hospital, sentado ao lado de uma cama branca, onde repousava uma mulher de cabelos claros.
- Não vais morrer. - Assegurou o pai do Chace a mulher á frente dele. - Não vais, eu vou cuidar de ti, está bem?
- Só quero viver o suficiente para ver o meu filho, depois posso descansar. Jamie...não há cura.
- Há! Tem de haver! - Gritou. - Eu estou a jurar-te que nem que eu tenha que ir ao Inferno eu vou curar-te.

Depois as imagens mudaram e eu não estava mais no hospital mas sim num bar. Tinha um desejo, quase desesperante, de encontrar alguém ou alguma coisa.
Dirigi-me a uma mulher de vestido vermelho sentado numa poltrona.
- Eu imploro-lhe...salva a minha mulher! Eu pago-lhe o quanto quiser...
- Estás disposto a dar-me a tua alma por essa mulher?
- Qualquer coisa.
- Dou-te 20 anos com ela se juntares a alma do teu filho. - Sugeriu a mulher baixo, e eu senti as minhas entranhas revirarem-se.
A vontade que tinha de salvar a mulher no hospital, Cara, era maior do que a força que queria proteger o meu filho.
- Sim, eu dou-tas. Mas salva-a, por favor.
A sua cara era indiscritível... Mas contudo familiar... Havia qualquer coisa nos seus olhos que me lembrava alguém que eu já tinha visto antes... Mas quem? Era como se houvesse alguma coisa a bloquear o meu cérebro e que me impedia de reconhecê-la ou memorizar as suas feições... Ou até mesmo de descrevê-las...
Os olhos da mulher ficaram completamente pretos e ela fez algo que deixou o Jamie incosciente, pois passei imediatamente para a proxima memória.
Agora estamos num quarto com um pequeno bebé no colo, a mulher do bar estava novamente à minha frente.
- É este o meu bebé? - Perguntou a mulher.
- Sim, é o meu filho. Agora despacha-te a mãe dele não vai aguentar muito mais.
Ela estendeu a mão e tocou nas costas do bebé, fazendo-o soltar um grito de agonia.
- Agora ele está marcado assim como tu, voltarei deste dia a 20 anos para ceifar o que me pertence. – Avisou.
Eu movi os meus olhos em direção ao bebé para tentar ver a marca e naquele momento a mulher tinha desaparecido.
O meu corpo, o do Jamie, caiu de joelhos no chão e começou a chorar.
- Desculpa filho... Desculpa.
-Que se passa? Desculpa por quê Jamie?
Ele/Eu levantamos os olhos e encaramos a Cara.
- E-eu... - Pensa Jamie...inventa uma mentira. - Ele chorou...não sabia o que fazer...
A mulher olhou para ele docemente.
-Calma, Jamie. O que quer que tenhas feito tem solução.
- Talvez não tenha. - Murmurou para si mesmo e a memória terminou.

Avancei uns anos a frente para a noite em que a mãe do Chace morreu.
No início estava tudo silencioso, o Jamie e a Cara dormiam no quarto deles enquanto que o Chace estava no berço no quarto ao lado.
Chace parecia velho demais para dormir ali e o berço estava demasiado pequeno para o seu tamanho. Ele devia ser daquelas crianças que dorme até tarde no quarto dos pais...
A porta abriu-se de repente e por ela passou uma sombra negra. No berço o barulho assustou o Chace e ele começou a chorar atraindo a atenção para ele.
Os seus olhos não eram tão verdes como são hoje. São azuis esverdeados como os que vi em sua cara naquela noite no bar, quando achei que ele iria rebentar em lagrimas, e então aí tive a certeza disso.
Foi o choro dele que despertou a Cara que ao levantar-se foi arremessada contra a parede com o vulto preto a pairar sobre ela.
Cara tentou gritar mas nenhum som saía da sua boca.
Aos poucos o corpo dela foi ficando sem força e à medida que ela morria ao som do choro do filho, o Jamie acordava lentamente
Os olhos dele, ainda ensonados abriram-se um pouco e ele olhou em redor para tentar perceber o que se passava.
- Cara? - Chamou e olhar dele fixou-se no corpo meio escondido da mulher. - Não! Eu ainda tenho alguns anos com ela;
-Eu dei-te a escolher-disse a sombra- e tu assim o fizeste... mas quem é que faz isso a um filho?! Ninguém que mereça viver...
-Vais matar-me a mim também?
-Oh, não... A morte não é suficiente... Uma pessoa assim tem de sofrer... Por isso tu, Jamie, tu vais sofrer... Vais ver todos aqueles que amas escapar das tuas mãos e não vais poder fazer nada em relação a isso... Então estarás sozinho... E tudo o que te restará será esperar que o teu dia chegue, vivendo na miséria.
O Jamie atirou-se contra a sombra mas já não restava nada e dele caiu contra o corpo da mulher.
- Cara? Cara! Por favor acorda, - Pediu-lhe.
Ele abanou o seu corpo inanimado violentamente enquanto grossas lágrimas lhe escorriam pela cara.
-Não, não, não!!!! Não podes ter ido!!!! Não me podes ter deixado!!!

Afastei-me daquelas memórias abalada com tudo o que tinha visto. Ele tinha mesmo vendido a alma do filho? Do Chace?
O som do choro do Chace ainda ecoava na minha cabeça.
Ele não faz a mínima ideia daquilo que o pai fez! Ele acha que a culpa foi de um vampiro...
E a idade! Ele pode estar preste a morrer! Preciso mesmo de falar com ele!
Embora não pareça ter 20, é melhor avisá-lo para ele se preparar... e tentar arranjar uma maneira de escapar, o que é pouco provável...
Tentei levantar-me mas tinha a cabeça do Ty no meu colo. Fogo!
Ele continuou a dormir profundamente.
Não podia sair... Tinha-lhe prometido ficar e estar cá quando ele acordasse.
Deixei-me esgorregar na cama e a sua cabeça pendeu para o lado, caindo na almofada. Eu aconcheguei-me junto a ele e fechei os olhos.
O Chace podia esperar, não era realmente um problema meu se ele vivia ou não.
Uma onda de culpa percorreu-me o corpo.
Se ele fosse morto a culpa era minha e nunca me perdoaria por isso, pois eu simpatizei com o rapaz. Ele é parecido comigo, perdeu os pais jovem para algo mistico, mas ao contrário de mim ele não teve quem cuidasse dele.
Mas a verdade é que estou demasiado cansada para fazer o que quer que seja... Afinal de contas eu ainda sou parte humana... E a minha parte humana quer muito descansar...
Tentei concentrar-me no Ty e afastar aqueles pensamentos. Com os olhos firmemente fechado, concentrei-me no calor do corpo dele e no batimento do seu coração.
Ele virou-se, ficando de frente para mim e esticou um braço por cima do meu corpo.
Eu olhei para ele, uma última vez antes de fechar os olhos e passei a minha mão pelo seu cabelo.
-Bons sonhos Ty- murmurei eu.

Não tardou a que adormecesse.

************
Oi a todos!!!
Aqui vai mais um capítulo!
Desculpem não ter publicado antes mas surgiu um imprevisto e só foi possível publicar hoje.
Queria muito saber as vossas reações a este capítulo por isso comentem.
Espero que tenham gostado!
Beijinhos a todos, 




1 comentário:

  1. Hi!!
    Este capítulo deu que pensar.... Afinal o que é que o Ty e Sophie são? Um casal.... será que ela lhe vai partir o coraçao?! :(
    "(...)e a única coisa em que conseguia pensar eram os seus lábios, pressionados contra os meus" -- Amei esta frase ;)

    Keep Writing

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O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
#Os insultos serão imediatemente eliminados#